terça-feira, 5 de maio de 2020

Um novo amanhecer

Haverá de acontecer
Depois que essa guerra fria passar
Um novo amanhecer, mais belo,
há de aflorar

Tudo agora são trevas
Eis a hora da dor
Enquanto estamos presos 
entre nossas próprias paredes
- como tem que ser, por enquanto -

Escondemo-nos, como em casulos,
dessa coroa - maldita -
que nenhum rei queria ter

Mas enquanto isso, lá fora,
a Natureza (Vida), sem nós,
se renova, se refaz em flor, 
em selvagem vida, em cor

Sim, teremos marcas, muitas
Tantas feridas ainda abertas
Em nossos corações,
saudade de quem perdeu a guerra

Mas teremos aprendizados 
para toda a vida 
Renasceremos mais fortes,
mais sábios
E, quiçá, mais humanos

E, quando essa nuvem cinza passar,
nossos olhos irão se abrir para um novo dia
Muito mais colorido, vivo e brilhante!
Furtacor e reluzente como alma de criança!

Lana Mattos, 5/5/2020

Sem poluição, ondas da praia de Acapulco brilham novamente após 60 anos



quinta-feira, 28 de maio de 2015

Agradecimento

Estou muito agradecida a este convite do escritor e jornalista romeno Daniel Dragomirescu para ser uma leitora e, o melhor, participar com um poema meu da revista internacional “Horizonte Literário Contemporâneo", distribuída em vários países! Espero que meu texto esteja à altura de tal periódico! Peço a meus leitores que me ajudem sugerindo um poema para publicar na HLC!

Muito obrigada Daniel e toda a equipe HLC!

Lana Mattos
E-mail do convite



sábado, 14 de março de 2015

Feliz Dia da Poesia!


Da vida

A vida tem leis bem rígidas
E todo mundo sofre, envelhece, morre
Não adianta se iludir e fingir que não sabe
Não importa quanto se tem
O Papai Noel da vida é real
“Seja rico ou seja pobre,
não esquece de ninguém”


20/01/15

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Riqueza

Minhas duas maiores riquezas são
minha fé 
e minha capacidade de amar
Quando se tem Deus no coração
todos os lucros são consequência
Que Deus seja louvado
e o pão partilhado

(1998, 2001, 2012)

sexta-feira, 14 de março de 2014

Viva a Poesia!

  Foto: Michael Connors (morguefile.com/creative/mconnors)
  Texto e edição: Lana Mattos

sábado, 23 de novembro de 2013

ARTIGO: O trabalho nosso de cada dia

Às vezes felicidade é trabalho realizado, simplesmente, ou como diria Teresa de Calcutá, “a maior satisfação: O dever cumprido”. 

E há quem diga que na Bahia tudo é festa e preguiça. Me perdoem os caymmistas, mas eu discordo. Das lavagens de janeiro ao Carnaval, da Micareta ao São João, do Dois de Julho ao Réveillon, passando por tantas, tantas farras fora de época nas quais, enquanto alguns, em especial os turistas, se divertem, muitos baianos trabalham, ali, nos bastidores: Vendendo comida e bebida, fazendo a segurança ou limpeza, catando latinha, puxando corda, cuidando da saúde, dirigindo,